(ITA)
No esquema a seguir, encontramos duas distribuições eletrônicas de um mesmo átomo neutro:
A 1s2 2s2B 1s2 2s1 2p1
A seu respeito é correto afirmar:
Para fazermos a distribuição eletrônica nós seguimos o diagrama de Pauling
É muito simples, é só seguir a seta e preencher os subníveis até atingirmos a quantidade desejada de elétrons, veja: os 2 primeiros elétrons estão localizados em 1s
A = 1s2
depois temos o subnível 2s, portanto temos mais 2 elétrons
A = 1s2 2s2
6 elétrons no subnível 2p
A = 1s2 2s2 2p6
e assim por diante. Nesta questão iremos até o 2s2
A = 1s2 2s2
O que nos importa aqui é que nós sempre completamos os subníveis, todos eles possuem o máximo de elétrons possível, então 1s tem 2, 2s tem 2, 2p tem 6 e assim por diante.
O único1 que foge à regra é o último, que pode estar incompleto, exemplo, o lítio tem 3 elétrons, sua distribuição fica 2 elétrons no primeiro subnível
Li = 1s2
e mais 1 no próximo
Li = 1s2 2s1
2s suporta até 2 elétrons, mas como nós só precisamos de mais 1 então 2s pode ficar incompleto.
Agora veja, na distribuição A 2s estava completo, em B um elétron saltou para o subnível 2p
isto acontece quanto o elétron absorve energia. Assim ele fica mais energético e salta para uma camada ou subcamada superior.
A é a distribuição fundamental, ao absorver energia nós dizemos que o átomo/elétron está excitado.
Gabarito letra d.
Tabela de referência
Subnível
Máximo de elétrons
s
2
p
6
d
10
f
14
1: existem algumas exceções, as mais notáveis são o cobre e a prata, veja, o cobre tem 29 elétrons, assim esperaríamos que sua distribuição fosse
porém esta configuração não é a mais estável e um dos elétrons no subnível 4s salta para o último orbital do 3d
Esta reconfiguração tende a ocorrer com elementos que acabam em s2 d9. A prata tem 47 elétrons, sua distribuição seria
47Ag = 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d9
novamente, o elétron salta de um orbital para o outro e ela fica assim