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(Unesp 2018) Dos extensos efeitos nocivos que a radiação ionizante provoca na matéria viva, afigura-se a geração de radicais livres, que são espécies químicas eletricamente neutras que apresentam um ou mais elétrons desemparelhados na camada de valência. O íon cloreto, por exemplo, que, quantitativamente, constitui o principal ânion do plasma, transforma-se no radical livre Cl*, com 7 elétrons na camada de valência, podendo, assim, reagir facilmente com as biomoléculas, alterando o comportamento bioquímico de muitas proteínas solúveis do meio sanguíneo e também os constituintes membranários de células: hemácias, leucócitos, plaquetas.
(José Luiz Signorini e Sérgio Luís Signorini. Atividade física e radicais livres, 1993. Adaptado.)

Ao transformar-se em radical livre, o ânion cloreto










Para que o átomo de Cl torne-se estável ele deve ganhar 1 elétron, formando o ânion cloreto Cl-1, ao perder este elétron que torna-o estável ele torna-se um radical livre, pois ele quer reaver o elétron e ganhar estabilidade novamente, por isso ele tende a reagir com as biomoléculas podendo gerar prejuízos a nossa saúde.


Por quê o Cl deve ganhar um 1 elétron para estabilizar ? Segundo a teoria do octeto , proposta por Kossel e Lewis, um átomo deve possuir 8 elétrons na camada de valência, camada mais externa, para ser estável

O Cl é um elemento da família VIIA, possui portanto 7 elétrons na camada de valência, só precisa de mais um para completar 8.




Gabarito letra c.


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